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Índice de blogs da área médica

Pessoal:

estou publicando um índice realizado na disciplina de Produtos de Recuperação da Informação.
A construção deste trabalho foi muito produtiva. O grupo descobriu uma gama de sites relevantes da área médica, que servem tanto para o público leigo, quanto para o público especializado.
Algumas coisas do projeto não foram seguidas: a formatação, por exemplo, foi diferente, pois, após a publicação do trabalho, percebemos que algumas trocas melhorariam o visual do mesmo. Outra proposta também não pode ser cumprida: a construção de um índice wiki, em que os próprios usuários pudessem acrescentar blogs de interesse da área médica, pois não obtivemos estrutura para construir tal ambiente.
Por fim, os índices ficaram bons. Todos possibilitam o acesso ao documento original. De fácil acesso e com visualização rápida, os estudantes e interessados em medicina podem fazer dos índices um objeto de pesquisa.

O acesso aos índices está disponível na barra superior após o título e a gravura.

Façam bom proveito

O futuro do blog, o futuro do livro

Um blog de uma pessoa como eu – que trabalha seis horas por dia, estuda mais quatro e viaja de ônibus mais duas – tem vida curta. Falo isso por experiência própria. Gostaria que as pessoas me lessem, gostaria de ter um site para escrever. E tenho isso. O problema é até que ponto ter um blog é prioridade na minha vida.

Meu blog está em coma, quase morrendo. O meu gosto por escrita o faz ressuscitar. Comecei a escrever um romance, também. Mas este é mais pessoal, não iria o expor assim. Não que eu tenha leitores assíduos, mas o fato de uma informação estar disponível na rede, dentro da Cauda Longa, é sinal de que um dia poderá ser recuperada.

Enfim, assim como meu blog, existem extremistas que falam, também, da extinção do livro. São pessoas entusiasmadas com o meio digital e que, obviamente, não pensam em preservação e, talvez, não tenham criado o hábito de leitura em suas vidas. A questão dos livros, levantada por Robert Darnton, vem tomando boa parte do meu tempo dedicado à leitura. Ele, assim como eu, gosta de folhear um livro, de seu cheiro, de sua arte. É óbvio que o e-book é revolucionário. Já está mais que batido que os hiperlinks transformam o pequeno texto em um mundo sem fronteiras. Agora, confiar só nisso é um erro. Pensar em uma biblioteca que só tenha um computador e um bibliotecário, até é possível e válido. Porém, é exagero acreditar que não seja necessário mais livros. Pior ainda (e falo isso para leigos no assunto), é acreditar que “tá tudo no Google”. Mentira, impossível! Vivemos num mundo em que se produz informação em excesso, por isso há a falsa idéia de que o conhecimento está disponível de forma gratuita em motores de busca.

Imagine, então, o que sobra para os repositórios? Não falo em repositórios digitais de periódicos ou de teses e dissertações – estes vão muito bem e merecem devido sucesso. Falo dos repositórios nacionais. Falo, neste sentido, também, de nossas bibliotecas públicas. Não imagino um repositório ou biblioteca composta por pen-drives e computadores. Tão não imagino quanto é absurdo pensar desta maneira. Com o tempo, o homem descobriu que o suporte mais confiável para preservação, desde a invenção de Gutenberg, é o livro, e que, quanto mais passa o tempo e mais se criam mídias, menor é o tempo de vida dos documentos.

Desabafo feito. Defendam o livro, mantenham suas estantes vivas! Assim como meu blog, ele pode estar perto do fim. Vida longa ao livro, vida longa ao meu blog.

Ass.: cético da web.

Depois de todas as análises, o que sobrou?

Nas últimas semanas, a professora nos lançou a seguinte pergunta: é possível convergir todos esses elementos informacionais, distribuídos nas diferentes mídias estudadas, para sistematizar a busca e a recuperação de maneira mais ágil e eficiente?

Pois bem, acredito que sim. Talvez os bibliotecários ainda não estejam prontos para sistematizar toda esta gama de informações, mas acredito, sim, que há possibilidade de sucesso. Afinal, o bibliotecário deve sempre agir, em primeiro lugar, em função do usuário, se por no lugar dele e imaginar o melhor atendimento. Desta maneira, nós, estudantes que aprofundamos este conteúdo de mídias digitais, entraremos no mercado de trabalho com um plus e utilizaremos os recursos informacionais das mídias digitais aumentando o campo de pesquisa do usuário.

Hoje, o bibliotecário não é contratado para classificar o conteúdo publicado na internet. Talvez, um dia, seja. Ou, o que considero mais provável, o bibliotecário atuará no campo de pesquisa de classificação na internet – como as tags, por exemplo, que são as grandes classificadoras do ambiente virtual e são estudadas muito mais por tecnólogos da informação do que bibliotecários. Acredito que o profissional da informação pode dar muito mais contribuição no âmbito de mídias digitais do que dá atualmente. Poderia, mediante pesquisa, realizar a sistematização de informações das mídias estudadas, criando métodos de busca que tornem as buscas mais eficientes.

Até o presente momento, estou tratando o bibliotecário isolado, sem contar os serviços prestados por uma biblioteca. Neste caso, a biblioteca que está devidamente atualizada já está inserida no mundo digital: já possui site/blog, já disponibiliza serviços via computador – serviço de referência, busca no acervo, renovação de títulos retirados. A biblioteca está atuando muito bem em âmbito virtual. Com exceção às bibliotecas universitárias, são poucas as que disponibilizam e auxiliam usuários na busca em base de dados como o DOAJ. Acredito que os profissionais ainda são muito apegados ao documento físico que está em sua biblioteca e não amplia o campo de atuação para internet – procurando fontes confiáveis e acessíveis para, após seleção, tratamento e análise, ser repassado ao usuário. Este serviço, se feito com conhecimento técnico, é de fundamental importância e de grande utilidade para os usuários.

O que ainda vi pouco foi a questão justamente perguntada pela professora. Falta este ir além. Falta esta sistematização. Por exemplo: estudamos, nesta disciplina, que há uma grande variedade de jornais nacionais e internacionais os quais podem servir como fonte de informação para usuários de, principalmente, biblioteca pública. Porém, pesquisei em dois sites de bibliotecas públicas (Biblioteca Nacional e Biblioteca Pública do Estado do RS) e nenhum deles constou alguma seção de jornais, relacionando aqueles que fazem parte do âmbito das bibliotecas. No caso das bibliotecas especializadas, por exemplo, pode relacionar notícias de interesse da empresa/associação e fornecer via e-mail, fazendo o serviço de disseminação seletiva da informação.

Pessoas que tratam com informação devem aproveitar o ambiente virtual para integração. Pesquisamos, nesta disciplina, sobre webmuseus. A internet possibilita que uma biblioteca se ligue com um webmuseu, só falta o contato humano para que isso aconteça. A parceria pode acontecer e, novamente, será ampliada a gama de informações que o usuário poderá escolher na hora de sua pesquisa. Aprendemos, no decorrer do semestre, que a internet é uma grande nuvem, que forma uma rede interminável de informações (não conseguimos definir bem onde ela foi hospedada, mas sabemos que ela está lá!). É dever do profissional saber selecioná-las, criar uma cadeia de informações que sirva para o usuário de sua biblioteca. Outro fator que o bibliotecário deve levar em conta na hora de sistematizar as informações para acesso é relativo às redes sociais. Esta pode ser uma boa fonte e, além disso, uma forma de integração entre biblioteca e usuário.

Para concluir, inovar é preciso. Antecipar as tendências de uma possível biblioteconomia, expandindo conhecimento e aumentando o âmbito biblioteconômico através da revolução digital. Grande parte disso deve fazer parte do papel do bibliotecário atual.

Redes sociais em benefício à sociedade:

O termo redes sociais está vivendo uma fase popular devido o avanço da informação e da comunicação. Poucos dão-se conta que este termo já tem um passado, que existe desde antes do advento da internet. Falar em redes sociais é, também, falar de nossos relacionamentos: da rede que se cria entre amigos, da rede de pessoas com que encontramos no decorrer do dia – colegas de classe, motorista do ônibus, colegas de trabalho.

Com a internet, possibilitou-se a universalização do conhecimento e a expansão das redes sociais. É interessante o que nos coloca Amaral, quando afirma que o mundo está mudando sua estrutura de vertical para horizontal. A estrutura clássica seria a vertical, como é grande parte de instituições: família, empresa, igreja, entre outros. É uma estrutura em que há concentração do poder, controle e subordinação. Na família, quem controla e têm poder são os pais, bem como na igreja, os padres. A ascensão das redes sociais trouxe uma nova forma de ver o mundo, pois “as relações são de descentralização do poder e não há subordinação. Nas redes, têm poder aqueles que têm iniciativa e capacidade de estabelecer relações, conexões”. Esta é a forma de estrutura horizontalizada, em que nada é controlado, apenas administrado; em que qualquer membro que faça parte da rede possa colocar informações em circulação. É a democratização do conhecimento.

É neste contexto que podemos perceber porque sites de colaboração coletiva deram certo (Youtube, Wikipédia, Orkut). Não há um usuário que tenha controle sobre outro, nenhuma diferenciação. Todos estão no mesmo plano e com um mesmo objetivo. Esta é a nova organização das redes sociais: o compartilhar. Todos podem participar e se destaca, como dito anteriormente, aquele que é mais criativo, que tem iniciativa, que consegue relacionar-se melhor com os outros. Costa (p.236) enaltece o pensamento de grandes sociólogos, caracterizando uma tendência:
“estamos em rede, interconectados com um número cada vez maior de pontos e com uma freqüência que só faz crescer. A partir disso, torna-se claro o desejo de compreender melhor a atividade desses coletivos, a forma como comportamentos e idéias se propagam, o modo como notícias afluem de um ponto a outro do planeta. A explosão das comunidades virtuais parece ter se tornado um verdadeiro desafio para nossa compreensão”.
É isto que estamos estudando nesta disciplina de mídias digitais. Tudo que fazemos é aplicar o olhar do bibliotecário sobre este novo e surpreendente aspecto. Tentar compreende-los e saber utilizá-los visando à otimização dos serviços prestados pela biblioteca. É incrível, por exemplo, prestar o serviço de referência por MSN. Direcionar o usuário a portais de periódicos. Isto é o que eu falava antes: capacidade de criar relações. Ter a idéia de conhecimento compartilhado é o que faz a Biblioteca Dr. Romeu Ritter dos Reis que, além de ter um blog para dialogar melhor com seu usuário, tem como slogan “conhecimento: compartilhe”.

O bibliotecário faz parte da rede social e, por isso, deve colaborar com ela de forma horizontal.

REFERÊNCIAS:
 
AMARAL, Vivianne. Redes: uma nova forma de atuar. Disponível em: >. Acesso em: 10 jun. 2010.
 
COSTA, Rogério da. Por um novo conceito de comunidade: redes sociais, comunidades pessoais e inteligência coletiva. Interface - comunicação, saúde, educação. v.9, nº17, p.235-48, mar/ago 2005.

Webmuseus e o visitante virtual:

A princípio, parece estranho. Visitar um museu virtual é bem diferente de vivenciar uma “visita real”. Hoje, o ciberespaço possibilita que visitamos museus do mundo inteiro através da tela do computador. Podemos, por exemplo, visitar o Museo Virtual de Artes do Uruguai – são poucos cliques e já estamos circulando pelo interior deste belo museu. Parece que a moda pegou: o MARGS, o MASP, e muitos outros aderiram ao ambiente virtual.

O que seria, então, um webmuseu? Segundo Carvalho, é um novo fenômeno em que se constrói uma extensão digital do museu na Internet, como a autora muito bem denominou de “museu sem muros”. Alguns outros cientistas chegaram a apostar que este tipo de museu viria para acabar com os museus reais, porém logo perceberam que tal afirmativa não poderia acontecer tendo em vista que o museu sempre precisará de algo físico para se sustentar e manter-se vivo – pois o objeto físico é a razão de sua existência. Concordo, ainda, com Carvalho, o qual afiram que esta extensão do museu nada mais é do que uma marca deste século no âmbito cultural e eletrônico. O mesmo questionamento do desaparecimento já chegou a ser feito sobre bibliotecas e arquivos (formando a tríplice que compõem a Ciência da Informação), entretanto, em ambos os casos, percebeu-se que era inviável viver só do ambiente virtual. O mundo digital é sempre uma extensão da realidade. O museu digital está, ainda, 
"ligado diretamente a web, de um lado significando uma interface com os museus presenciais, de outro lado, criando seu próprio ciberespaço, aquele que não possui interface presencial, num sentido metafórico, ou seja, designando seus acervos para uma ordem digital e criando uma qualidade que tem o objetivo de manter a relação de semelhança com as origens daquilo que se conhece como museu." (OLIVEIRA, p. 8).
Mas que me continua parecendo estranho visitar um museu digital, ah, isso continua. Agora alguém lá do outro lado do mundo pode visitar, sem sair de sua casa, os museus brasileiros. É estranho para os próprios museólogos. Como afirma Oliveira, o museu, com o advento do ciberespaço, está com dificuldades de adaptação, já que passou a ter novas funções que antes não exercia, como, por exemplo: dimensão pedagógica, ruptura formal com o museu tradicional, questão arquitetônica e dinâmica do uso dos objetos do acervo.

Como sempre puxo para o lado profissional do bibliotecário, imagino em que isso me influência e como devo agir mediante transformação. A primeira questão importante é conhecer: visitar muitos webmuseus, conhecer as principais características gerais, adaptar-se ao objeto virtual, ou seja, expandir meu conhecimento sobre o assunto. Feito isso, posso indicar para meus usuários aqueles que, segundo necessidade informacional do usuário, respondam às demandas de minha biblioteca. Mesmo assim, nada impede encaminhar usuários a museus com objetos reais, tendo em vista que a escolha final é sempre dos usuários.

REFERÊNCIAS:

CARVALHO, Rosane Maria de. Comunicação e Informação de museus na Internet e o visitante virtual. Disponível em: <http://moodleinstitucional.ufrgs.br/mod/resource/view.php?id=67204>. Acesso em: 26 de mai. 2010.

OLIVEIRA, José Cláudio. O museu digital: uma metáfora do concreto ao digital. In: Comunicação e Sociedade. v. 12, p.147-161. 2007. Disponível em: <http://moodleinstitucional.ufrgs.br/mod/resource/view.php?id=67205>. Acesso em: 26 de mai. 2010.

Avaliando biblioblogs:

De acordo com os requisitos de avaliação determinados anteriormente, analisarei três dos diversos blogs da área Biblioteconomica. As fontes serão as seguintes: Bibliotecas Escolares (BE), Bibliotecários sem fronteiras (BSF), Museu brasileiro do futebol (MBF). Escolhi como parâmetro de minha pesquisa, o blog dos bibliotecários sem fronteiras por ser o mais reconhecido dos três e por, a princípio, contemplar mais requisitos da minha avaliação.

Esta avaliação torna-se importante a partir do momento que "a informação disponível na internet é bastante significativa para quem a utiliza para pesquisa e é de extrema relevância para enfatizar a incostância da qualidade das informações encontradas" (TOMAEL; Et al., p.4).

Busquei analisar prestando grande atenção às principais categorias dos posts definidas por Alvim (p.2): título, corpo principal e comentários. Alvim (p.2) ainda dá parâmetros dos quais utilizei para verificar a organização do blog - ordenação cronológica, indexação em motores de pesquisa, folksonomia, categorização e, também, RSS.

A avaliação será realizada de forma qualitativa e não quantitativa, se buscará, nos blogs avaliados, qualidades a partir da estrutura em geral, não levando em consideração números de acesso, de posts, etc.

Então, vamos lá:

1) Falta apoio para a navegação?

BSF - Não. O site traz inúmeros hiperlinks que apoiam com informações básicas para navegação. Além disso, ao lado direito do site, contém outros dados sobre os bibliotecários do blog, bem como contato e outras informações necessárias para navegação.

BE - Não. O recurso diferencial do site é a nuvem de tags e a nuvem de categorias que apoiam o usuário a encontrar a informação em que está interessada.

MBF - Sim. O blog que eu linkei aqui é desatualizado e, quando acessado, ele informa que o site está com nova cara e mostra uma imagem, entretanto não oferece hiperlink para tal.

2) Qual a velocidade com que as páginas são carregadas?

BSF - Rápida. A página inicial pode até ser um pouco demorada de carregar devido à grande quantidade de informações que ela possui, mas, após isso, a navegação é rápida.

BE - Média. Em comparação com os outros dois blogs, este foi o mais lento de todos.

MBF - Rápida. Venceu neste requisito.

3) Há utilização de imagem, som e vídeo?

BSF - Sim. Imagem, som e vídeo são utilizados com bastante freqüencia.

BE - Sim. Imagem, som e vídeo são utilizados com bastante freqüencia.

MBF - Sim. Muito interessante. Porém, o recurso de vídeo é utilizado via hiperlink e não por acesso direto.
4) Qual a primeira impressão do usuário sobre aparência geral?

BSF - Eu, como usuário, me senti muito agradado com a aparência do blog. Cores claras, utilizando tecnologias e mantendo-se atual, causa uma excelente primeira impressão.

BE - Também fiquei com uma boa impressão do blog. O layout combina com o assunto - bibliotecas escolares - que tem cores claras, nuvens, tornando o site mais atraente.

MBF - Fiquei um pouco decepcionado. Senti-me perdido e achei que havia excesso de informação. Com o novo link, o site está melhor estruturado.

5) A fonte possui credibilidade?

BSF - Sim. Por dois motivos: os parceiros que fazem parte do blog o credenciam e o "quem sou eu" também.

BE - Sim. Inúmeros parceiros e um grande número de visitas crebilidam o blog.

MBF - Não sei. Não encontrei informações que poderiam validar a credibilidade do site.

6) O site possui informações de identificação suficientes (como contato, por exemplo)?

BSF - Sim.

BE - Sim. O site conta com um "Acerca" que contempla estas informações.

MBF - Se há, não encontrei.

7) As informações são consistentes (validez do conteúdo, hiperlinks, etc.)?

BSF - Sim.

BE - Sim.

MBF - Sim.

8) A fonte utilizada é realmente a adequada?

BSF - Sim. O que chama a atenção é a versatilidade do site, por isso, a fonte utilizada é discreta.

BE - Sim.

MBF - Sim.

9) Há muitas restrições de navegação ao usuário?

BSF - De acordo com o serviço prestado, não há restrições de navegação ao usuário.

BE - De acordo com o serviço prestado, não há restrições de navegação ao usuário.

MBF - De acordo com o serviço prestado, não há restrições de navegação ao usuário.

10) As categorias são amplas e vagas?

BSF - Única restrição encontrada por mim neste site. Não há divisão de conteúdo, mostrando que as categorias são amplas e vagas.

BE - Não. A nuvem de categorias distribui perfeitamente todos os conteúdos abordados no blog.

MBF - Não. Apenas algumas categorias deixam com um ar de dúvida por possuir dualidade, como, por exemplo: "As lendas" e "Estrelas cintilantes".

REFERÊNCIAS

ALVIM, Luisa. A Avaliação da Qualidade de Blogs.

TOMAEL, Maria Inês; Et alli. Avaliação de Fontes de Informação na Internet: critérios de qualidade.

Bibliotecários e a internet: onde está a Ciência da Informação?

O que o bibliotecário pode tirar de bom da internet? Quais informações ele pode filtrar para seus usuários? Qual serviço ele pode extrair dela? Quais ferramentas da internet que realmente servem?

O bibliotecário faz parte das Ciências da Informação. Então, é mais do que óbvio que ele deve estudar o fenômeno da internet, a explosão informacional, a informação sem barreiras! Atualmente, a nuvem informacional é, com absoluta certeza, uma fonte util para o bibliotecário. Saber utilizar todas as ferramentas da internet não é um "upgrade", é, simplesmente, domínio de suas competências.

Saber não apenas como utilizar as ferramentas de busca como google, MSN, mas também como funcionam, selecionam, elencam os sites que aparecem. Saber não apenas o que é um hiperlink, mas também saber utilizá-lo de forma correta. Estar por dentro do mundo da web, interagindo com o mesmo, sabendo usar seus macetes, deve fazer parte da formação de um bom bibliotecário.

É claro que muito do que se busca na internet pode não servir para muita coisa, pode não ser verdade. Você indicaria para alguém a wikipédia? Para alguma pessoa que busca informações rápidas e diárias, sim. Agora, para algum cientista, esta referência não serve para nada. Para este, o bibliotecário conhecedor das ferramentas que possui ao seu dispor ofereceria, por exemplo, Directory of Open Access Journals (diretório de acesso livre a periódicos). Vale ressaltar que, seja lá qual for o nível dela, a informação chega sempre mais rápido na Internet. Compare você mesmo: quanto tempo demora para publicar um periódico na Internet? e um periódico impresso? Acredito que todos saibam a resposta desta pergunta!

De toda a gama de informações publicadas na internet diariamente, cabe ao bibliotecário saber selecioná-las e, as vezes até mais complicado que selecionar, encontrá-las.